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domingo, 15 de janeiro de 2017

Laços, Vinculos, Prisões

Muito se tem falado e discutido nas mídias em geral de mudanças de comportamento nos relacionamentos .  
Fala-se muito em aceitar o outro, abolir preconceitos, inclusão social, igualdade de direitos, tudo isso abordado sobre o estigma de novos valores que buscam vencer a indiferença, o desamor,  o distanciamento . Esses pensamentos se popularizaram deixando claro o desejo de mudanças.
Já vivemos intensamente a tecnologia neste século passado, nada mais justo possam as criaturas das mais simples as mais eruditas  discutirem nessas mídias mudanças de atitudes.
As mídias demonstram as violências de cada dia, mas também revelam pensamentos e desejos que se manifestam a favor do amor e do bem. Dessa forma vamos percebendo uma busca comum e um  inter-relacionamento ocorrendo entre todos.
Tudo que permitimos faça parte de nós exige atenção.
Quando  nos vinculamos a algo ou alguém isso nos alimenta,envolve, interage, e se alimenta também.
Por isso estejamos atentos quanto aos nossos sentimentos em relação ao outro.
A intensidade do envolvimento é fator primordial pois estará calcada na capacidade afetiva de cada um. E como somos ainda muito imperfeitos, essa demanda afetiva às vezes fica mais nas questões de insegurança, necessidades, interesses, dependência, do que efetivamente no campo do amor.
Parece mais falta de amor a si próprio; coisa que exigimos ou  deixamos o outro fazer por nós ou seja; “nos amar”, do que amarmos. O estreitamento, a aproximação do outro acaba ficando, não só em laços afetivos, mas em vinculações dolorosas e aprisionamento do SER.
Por isso o processo de reencarnação é tão precioso. Revivemos muitos dessas vinculações doentias através de laços consanguíneos para minimizar sentimentos de ódio, mágoa, rancor.Voltando ao paradigma da reencarnação que é progresso e evolução.
E esse crescer se faz através dos relacionamentos, pois o viver aqui nesse planeta Terra nos fala que o ser humano é essencialmente social e que a evolução se estabelece através do AMOR.
Amor a Deus, ao próximo, a si mesmo. Essa é a medida mais exata do amor.
 Resumida por Jesus em: - fazer ao outro o que se quer para  si.
Os laços afetivos são necessários ao nosso aprimoramento, mas quando o orgulho o egoísmo fala alto, eles se transformam em vinculações que perduram por outras reencarnações, muitas vezes através da lei de causa e efeito onde os  aprisionamentos, são fixações profundas que geram obsessões.
Obsessões, auto obsessão , fixações intensas falam dos problemas espirituais vividos por nós indevidamente no campo das relações. Por isso tão importante o respeito, o amor, o desapego.
Jesus é o mestre dos relacionamentos,não nos esqueçamos disso .
E ele nos conclama ao amor, a união  ao perdão, a solidariedade, a caridade, e ao desapego das coisas, de tudo que possa nos prender nos deter a retaguarda. Deixando claro que no final da jornada estaremos sós.
O amor é libertário! Rompe com todos os grilhões !
Pois não nos alimentamos apenas de alguém, mas, de toda Criação, integrando e interagindo como um todo.
Amor é vida, abundancia, crescimento e prosperidade do SER.