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sábado, 23 de setembro de 2017

O valor de servir




A natureza em toda parte é um grande laboratório divino a nos mostrar as leis que regem o Universo. 
Ela fala da criatura e do criador. Das leis que regem a matéria, mas fala também da existência de Deus através de sua obra.
Para o observador meticuloso oferece conhecimento precioso da dinâmica da vida e da morte, norteando caminhos em que podemos nos perder.
Sua prodigalidade, generosidade fala do trabalho a ser realizado em todos os reinos, inclusive o hominal  dentro do processo de evolução.
Já aprendemos que o espirito deve realizar não somente  um trabalho interno para evolução,  mas também um trabalho em prol do progresso do planeta que habitamos;  em prol da coletividade. E a natureza é prodiga neste labor, pois elege para esse entendimento  o “espirito de serviço” . Ou seja  a importância do SERVIR.
Vemos assim o espirito de serviço na cooperação e no auxilio nas mais pequeninas manifestações dos reinos inferiores.
A cova serve a semente.
A semente trará as plantas e  flores.
As flores os frutos.
Os frutos alimentarão e enriquecerão o homem.
Os rios confiam-se ao mar. O mar faz a nuvem fecundante, liberando a chuva para reinicio do ciclo de vida.
Para manter a vida humana neste estagio de evolução milhares de elementos e seres dos mais variados morrem diariamente. 
No reino animal, milhões de vidas trabalham e se sacrificam a benefício do homem: camelos  que o transportam, ovelhas que o vestem, cães que o auxiliam e bovinos que o alimentam.
Todos somos convocados a cooperar pelo bem geral.
O trabalho de servir é o preço na caminhada libertadora e edificante
Servir é um verbo que se conjuga em comunidade.
A evolução é um processo de participação coletiva e integradora onde o servir é o elemento de amalgama para o AMOR.
Muitas pessoas acreditam que servir é desprestigio,  depreciação, descrédito, desvalorização.
Confundem servir, com servilismo.
Servilismo é comportamento escuso para atender aos próprios interesses, onde a mascara da humildade esconde as razões do coração. 
Servir não é infantilizar ninguém,ao furta-lo às experiencias necessárias ao seu viver. Serve melhor quem, por seus atos e palavras, incentiva o semelhante a ser trabalhador, puro, leal, e bondoso. 
Servir é amar, ou seja; principio da fraternidade, de solidariedade inserida nas Leis de Deus, que faz o homem sair da casca de si mesmo , pois precisamos  “nos esquecer” para servir.
Exercício de desapego que deixa nosso ser respirar do peso que o orgulho e o egoísmo exerce sobre nós, sufocando nossa verdadeira identidade, ou seja;  filhos de Deus, bondade absoluta.
O ego nos impede do prazer de ser útil. Diferente do altruísmo que nos impele a generosidade.
Quem é útil progride sempre, porque encontra mil recursos dentro de si para solução dos problemas. Pois vai ao encontro de Deus "fonte de tudo que é criado". 
Jesus diz que o homem está aqui para servir e não ser servido.
 Quem espera ser servido em todas as situações cria dependências. Não sabe agir sozinho.
Quem serve desenvolve-se. Quem quer ser servido cristaliza-se,estagna.
Por isso Jesus diz : - Quem serve prossegue...
Na noite que antecedeu a morte do Cristo ele reuniu-se com os apóstolos e lavou os pés de todos , deixando claro o quanto era importante o servir. Liderar é servir. Aquele que quiser ser o maior sirva a todos.
Sirvamos a causa do bem e do amor. Aprendamos com Jesus; não importa a hora em que nos encontramos ,se de chegada ou de despedida. Respeitemos os desígnios  de deus para cada um de nós.
Se em vida nos coloquemos na disposição de servir.
Se na morte nos coloquemos na disposição de aprender. Pois a mãe natureza nos ensina até na questão da imortalidade da alma , dizendo: - "Nada se perde tudo se transforma ".




sexta-feira, 7 de julho de 2017

O Despertar da Consciencia

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No livro Êxodo (que significa saída), relatado no Antigo Testamento, Moisés libertou o povo de Israel da escravidão do Egito, e recebeu de Deus no Monte Sinai uma pedra onde estava escrito em fogo, suas  leis de ou seja; os Dez Mandamentos.
Allan Kardec, nas suas pesquisas quando estava codificando o Espiritismo, perguntou a espiritualidade:
 - Onde estão escritas as leis de Deus. ?
E eles responderam: -  Na consciência do homem.
Dessa forma, todos os seres humanos trazem consigo, esculpidas na própria consciência, as leis divinas.
Embora estejam ali impressas,  nem todos conseguem ler e interpretar essas leis e principalmente pratica-las. Para isso é necessário o desenvolvimento do senso moral.
O que é senso moral?  O senso moral é o desenvolvimento de valores do individuo. É o entendimento  entre o bem e o mal, o certo e o errado presentes em uma determinada sociedade.
“Portanto  senso moral e consciência moral são coisas diferentes.”
Senso moral é o sentimento e a ação imediata em resposta às emoções desencadeadas pelos valores morais.
Consciência moral fala da individualidade, das decisões e escolhas que a pessoa tomou, da bagagem das experiências vividas pelo espírito eterno, e consequências já aferidas pela  lei de causa e efeito.
A consciência moral exige que o indivíduo seja o responsável pelos seus atos, assumindo totalmente as consequências de suas atitudes.
O senso moral assim como a ética pode mudar de povo para  povo. 
Ex: os direitos das mulheres no Oriente são distintos do Ocidente.
Já a consciência moral é a sumula da experiência de cada individuo em diversas etapas da vida, o que o faz progredir.
Ex: O individuo tem em si a visão da igualdade entre homens e mulheres.
A consciência moral é regida por códigos internos onde a reflexão e a escolha, a responsabilidade de suas consequências são inevitáveis.
Essa conquista é fruto do esforço pessoal, do estudo, da meditação, dos pensamentos e atitudes nobres.
Mas como despertar a consciência?
O despertar da consciência é efeito natural do processo evolutivo, e essa conquista permitirá ao SER avaliar fatores profundos como o bem e o mal, o certo e o errado, o dever e a irresponsabilidade, a honra e a desonra, o nobre e o vulgar, o lícito e o ilícito, a liberdade e a libertinagem.
Essa consciência não é de natureza intelectual, atividade dos mecanismos cerebrais. É força que nos impulsiona, porque nascida nas experiências evolutivas, a exteriorizar- se em forma de ações.
Encontramo- lá em pessoas incultas intelectualmente, e ausente em outras, portadoras de conhecimentos acadêmicos.
Jesus também nos fala dela  em seu evangelho.
Encontramos em muitas passagens do Novo Testamento as expressões “despertar”, “acordar”, “levantar”, todas referindo-se à questão do “adormecimento” da consciência característico dos seres humanos.
O processo da evolução se faz da inconsciência para a consciência, do “ESTAR” para o “SER”, da razão para a intuição, do transitório para o permanente.
As admoestações de Jesus Cristo, aos que não ouviam nem enxergavam, para que tivesse olhos de ver e ouvidos de ouvir, nada mais era do que a mensagem desse despertamento para a “Vida Maior”.
“Deixe os mortos enterrar seus mortos”.
Ou seja; deixe as pessoas adormecidas enterrarem  suas ilusões.
Quando Paulo cap.5:14 disse aos efésios :
- “Desperta, ó tu que dormes, levanta-te entre os mortos e o Cristo te esclarecerá.
Não estava apenas conclamando as criaturas ao erguimento do corpo físico, mas também ao da visão interior de todas as almas imortais, com vistas à expansão da consciência de cada uma delas.
Quer dizer; não devemos voltar nossa atenção para modificar as coisas de fora, mas para acordar e aprimorar as coisas de dentro.Isso porque, sono é forma de morte, de desperdício da oportunidade educativa, esclarecedora, terapêutica, enriquecedora. E nesse sentido, quando se está desperto, Jesus o esclarece, a fim de que avance corajosamente na busca da sua auto identificação.
 Saiamos, portanto, do estado de dormência, inconsciência e imobilidade espiritual em que transitamos e despertemos nossos potenciais internos.
Quando despertarmos nossa consciência, transformaremos o mundo em nós e, então, perceberemos que não eram propriamente nossos conflitos que nos incomodavam, e sim a nossa maneira de vê-los.
Quais os prenúncios do despertamento da consciência?
·    Inquietude sem motivo aparente, seguida de queixas ou insatisfações.
·   Inexplicável angústia interna, busca de respostas aos questionamentos mais profundos do ser humano. Antigos valores e princípios egóicos vão perdendo a importância.Incidentes os mais diversos vêm ensinar o desapego e uma nova maneira de se vivenciar as situações muitas delas atordoantes.É iniciada uma busca não se sabe bem pelo quê, mas ela poderá levar ao caminho espiritual e seu preponderante papel na vida do ser humano.
O que significa estar desperto? “O que tem olhos e ver veja”
É algo que existe em nós, que nos leva a reconhecermo-nos, a perceber com clareza, o que e como sentimos, pensamos, agimos e reagimos, em nosso viver cotidiano.Estar acordado é encontrar-se pleno, consciente da sua realidade interior e das infinitas possibilidades de crescimento que estão ao seu alcance. Libertar-se dos medos que o imobilizam na inutilidade; redescobrir a alegria de viver e de agir. Ampliar o campo da comunicação com a Natureza e todos os seres.
Multiplicar os meios de dignificação humana, colocando-os ao alcance de todos.
Quando o Príncipe Sidarta Gautama fez-se Buda, portanto, quando se permitiu iluminar, porque acordou do letargo, após uma das suas preleções educativas, foi interrogado por um discípulo:
- Senhor, já encontrastes Deus? E se o defrontastes, onde se encontra Ele?
O missionário meditou por um pouco e respondeu sem preâmbulos: - Após penetrar na realidade de mim mesmo, encontrei Deus no mais íntimo do meu ser, em grandiosa serenidade e ação dignificadora.
Quando se está desperto, as conquistas e encontros são internos, resplandecentes e calmos, poderosos como o raio e suave como a brisa do amanhecer
Tampouco se irrita, ou se enfastia, ou se perturba com aqueles que os agridem, que os perseguem, que buscam afligi-lo.
Estar desperto significa encontrar-se construindo, livre de
preconceitos e de limites, aberto ao bem e à verdade de que se torna vanguardeiro e divulgador. Saiamos, portanto, do estado de dormência, inconsciência e imobilidade espiritual em que transitamos e despertemos. A renovação interior é um empreendimento de alto e nobre porte, que não deve ser postergado.



quarta-feira, 26 de abril de 2017

Porque não faço o bem que desejo?

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É do do apóstolo Paulo. na Carta aos Romanos
(7, 15), a colocação: 
– Eu não entendo o que eu faço; não faço o bem que desejo, mas o mal que não quero e aborreço, isso é o que eu faço.
Paulo fala da complexidade humana ante o bem a ser realizado, já que a imperfeição é inerente ao ser humano. 
Fala da fragilidade de nossa  fé ante nossa vontade , e do sofrimento por inúmeras vezes vê-la fracassar. 
Expõe a dificuldade  dos sentimentos humanos ante a busca da virtude e  os vícios em que se apega.  
O comportamento humano trafega entre os opostos do bem e do mal, da  perfeição que esta ao seu alcance, e a imperfeição de que é possuidor.
Orgulho e humildade, prazer e dor, apego e desapego, realidade e fantasia,  se antepõe em nossa caminhada terrena.
Auto conhecimento, auto superação esta na raiz profunda de nossas necessidades.
Embora estejamos fadados a perfeição o caminho do aprendizado é longo, passando pela tentação constante das irrealidades materiais.
Kardec diz que: -  “ O espirito progride em insensível marcha ascendente, mas o progresso não se efetua simultaneamente em todos os sentidos.”  Desenvolve-se paulatinamente, por isso a evolução não dá saltos.
Precisamos crescer emocional, psíquica, espiritualmente,angariando virtudes superando viciações. 
Mas o que  são virtudes, o que são vícios ?
 Virtude é uma qualidade moral, atributo positivo de um indivíduo. É a disposição de praticar o bem; e não é  apenas uma característica, trata-se de uma verdadeira inclinação. Virtudes são todos os hábitos constantes que levam o homem para o caminho do bem.
Vício é um hábito repetitivo que degenera ou causa algum prejuízo ao viciado e aos que com ele convivem. Seu oposto é a virtude. .
Antigamente acreditava-se que o mal estava na natureza física do homem,( a carne é fraca ) assim sendo não era possível empregar esforço para corrigir tais defeitos que eram da matéria. E o homem julgava-se dispensado dos esforços para corrigi-los . Dessa forma podia encolerizar-se, dar asas a sua luxuria, lançando  a culpa em seu organismo e  em Deus por tê-lo feito assim .
Os vícios são, sem dúvida alguma, a maior chaga moral da humanidade nos tempos atuais. Eles podem ser visíveis e invisíveis.
Uma forma de vencermos as tendências inferiores é substituirmos os prazeres materiais pelos espirituais.
Substituirmos os pensamentos negativos por positivos.
Na pergunta 917 de O Livro dos Espíritos, Fénelon nos orienta que a predominância da vida moral sobre a vida material é um poderoso instrumento para enfraquecermos o nosso egoísmo, causa de todos os vícios (p. 913).
Ocuparmos o nosso tempo com leituras edificantes, palestras esclarecedoras e tarefas evangélicas é instrumento valioso para bem empregarmos a nossa libido e direcionarmos nossos pensamentos, preenchendo com sabedoria os horários vagos.
No primeiro mandamento “Ama a Deus sobre todas as coisas”, Jesus nos orienta, com exatidão, sobre como nos libertarmos da escravidão material. Como tudo, no universo, está impregnado da Divina Presença, segundo nos esclarece o mestre de Lyon no capítulo II da gênese kardequiana (a Providência Divina) ao nos apegarmos a algo material, estamos substituindo o Todo pela parte e isso nos causa dor e dependência. Quando direcionamos nossas mentes para a Fonte, fazemos o processo contrário e, portanto, plenificamos o nosso vazio psicológico pela consciência de plenitude, a solidão pelo Amor Maior, a parte pelo todo, o sofrimento pela felicidade da percepção do contato íntimo com o Cristo, numa forma de prazer infinitamente maior e mais duradoura.
“Amar a Deus sobre todas as coisas” significa, portanto,substituirmos prazeres menores, materiais, grosseiros e efêmeros por um prazer incomensuravelmente maior, mais suave e eterno. Quando seguimos o primeiro mandamento, portanto, colocamos o que é espiritual acima do material e isso nos põe em contato com a nossa verdadeira essência, nos reposicionando nos trilhos da nossa missão na Terra e nos felicitando com a paz espiritual dos justos.
Vale salientar que existe um forte sinergismo entre o “Amar a Deus”, “Amar ao próximo” e “Amar a si”, pois esses mandamentos áureos se retroalimentam:
Não poderemos amar ao nosso próximo, sem amarmos a nós mesmos, se estamos nos desvalorizando e autodestruindo fisicamente através dos vícios.
Amar a Deus é amar a si da melhor forma possível, pois percebemos que o nosso "Si" não é o corpo físico, mas o espírito imortal que, por sua vez, já está mergulhado na Consciência Maior que o eterniza e ilumina.
Amar a Deus é amar a si, porque a qualidade de nossa vida melhora infinitamente quando submetemos a nossa pequena vontade pessoal à Vontade maior. Quando nos libertamos dos vícios, encontramos o Cristo que habita nossos corações e nos permitimos ouvir sua voz, que nos guia invariavelmente à felicidade própria e a das pessoas que amamos.
Quando nos auto destruímos estamos desrespeitando o amor ao próximo, porque prejudicamos justamente as pessoas que mais amamos. Nossa esposa, filhos, pais e amigos são os mais afetados, se os trocarmos pela viciação, que antecipará a nossa morte física. Essa é outra forma extremamente eficaz de evitarmos o primeiro gole, a primeira mordida compulsiva ou uma relação extraconjugal: colocarmos na tela mental a figura da nossa esposa e filhos e perceber o quanto lhe causaremos dor com nossa atitude!
Por isso no esforço de cada dia possamos dizer :
-  Faço o bem que desejo,e não o mal que não desejo. 

domingo, 15 de janeiro de 2017

Laços, Vinculos, Prisões

Muito se tem falado e discutido nas mídias em geral de mudanças de comportamento nos relacionamentos .  
Fala-se muito em aceitar o outro, abolir preconceitos, inclusão social, igualdade de direitos, tudo isso abordado sobre o estigma de novos valores que buscam vencer a indiferença, o desamor,  o distanciamento . Esses pensamentos se popularizaram deixando claro o desejo de mudanças.
Já vivemos intensamente a tecnologia neste século passado, nada mais justo possam as criaturas das mais simples as mais eruditas  discutirem nessas mídias mudanças de atitudes.
As mídias demonstram as violências de cada dia, mas também revelam pensamentos e desejos que se manifestam a favor do amor e do bem. Dessa forma vamos percebendo uma busca comum e um  inter-relacionamento ocorrendo entre todos.
Tudo que permitimos faça parte de nós exige atenção.
Quando  nos vinculamos a algo ou alguém isso nos alimenta,envolve, interage, e se alimenta também.
Por isso estejamos atentos quanto aos nossos sentimentos em relação ao outro.
A intensidade do envolvimento é fator primordial pois estará calcada na capacidade afetiva de cada um. E como somos ainda muito imperfeitos, essa demanda afetiva às vezes fica mais nas questões de insegurança, necessidades, interesses, dependência, do que efetivamente no campo do amor.
Parece mais falta de amor a si próprio; coisa que exigimos ou  deixamos o outro fazer por nós ou seja; “nos amar”, do que amarmos. O estreitamento, a aproximação do outro acaba ficando, não só em laços afetivos, mas em vinculações dolorosas e aprisionamento do SER.
Por isso o processo de reencarnação é tão precioso. Revivemos muitos dessas vinculações doentias através de laços consanguíneos para minimizar sentimentos de ódio, mágoa, rancor.Voltando ao paradigma da reencarnação que é progresso e evolução.
E esse crescer se faz através dos relacionamentos, pois o viver aqui nesse planeta Terra nos fala que o ser humano é essencialmente social e que a evolução se estabelece através do AMOR.
Amor a Deus, ao próximo, a si mesmo. Essa é a medida mais exata do amor.
 Resumida por Jesus em: - fazer ao outro o que se quer para  si.
Os laços afetivos são necessários ao nosso aprimoramento, mas quando o orgulho o egoísmo fala alto, eles se transformam em vinculações que perduram por outras reencarnações, muitas vezes através da lei de causa e efeito onde os  aprisionamentos, são fixações profundas que geram obsessões.
Obsessões, auto obsessão , fixações intensas falam dos problemas espirituais vividos por nós indevidamente no campo das relações. Por isso tão importante o respeito, o amor, o desapego.
Jesus é o mestre dos relacionamentos,não nos esqueçamos disso .
E ele nos conclama ao amor, a união  ao perdão, a solidariedade, a caridade, e ao desapego das coisas, de tudo que possa nos prender nos deter a retaguarda. Deixando claro que no final da jornada estaremos sós.
O amor é libertário! Rompe com todos os grilhões !
Pois não nos alimentamos apenas de alguém, mas, de toda Criação, integrando e interagindo como um todo.
Amor é vida, abundancia, crescimento e prosperidade do SER.